Tudo o que integra o plano de ações de Claudinho não faria sentido se não fosse pensada a questão das mães negras residentes na periferia. Podemos dizer que os dados são alarmantes; afinal, 53% dessas mães deixaram de trabalhar e 69% cuidam sozinhas de seus filhos. Isso implica diretamente na renda familiar, além de impedir o crescimento profissional. Outro número que preocupa são as 20 mil crianças sem creche, justamente nas regiões com mais demandas: Jardim Ângela, Grajaú, Cidade Ademar entre outras regiões periféricas. Por isso, vamos dispor de creches com tempo integral e projeto de férias para as mães que trabalham no período correspondente. Para as crianças especiais, espaços com acesso, estrutura e equipamentos adequados. Só assim a periferia pode crescer saudavelmente, assim como suas crianças.

MINHAS PROPOSTAS

Claudinho de Oliveira quer pôr a população preta e periférica em destaque. Acredita que política se faz com o coração, com visão humana; mas não abre mão de pensar a política com objetividade.

Conheça as propostas do representante da São Paulo que ninguém vê:

Você sabia que apenas 18,3% dos jovens negros estão matriculados em universidades ou cursos especializados? Um grande feito para o combate da desigualdade será facilitar o acesso da população negra e periférica para instituições universitárias e escolas técnicas. Pensando nisso, haverá um portal com cursos preparatórios EAD voltado para vestibulares e vestibulinhos. Nele, o aluno poderá resolver as questões on-line, além de acompanhar as estatísticas de desempenho e simulados comentados por professores.

As demandas por profissionais na área de tecnologia são cada vez maiores. Pra se ter ideia, mesmo com o alto nível de desemprego na cidade (mais de 800 mil pessoas desocupadas), existem 200 mil vagas ainda não preenchidas neste setor. E, mesmo assim, com toda essa necessidade de mão-de-obra, 60% das vagas estão ocupadas por profissionais de classes mais altas. E onde se encaixa a população preta e periférica nesse enredo? É exatamente aí que o Claudinho pretende mudar o contexto, criando e ampliando cursos de EADs nas FABLABs e em diversos setores tecnológicos. Além disso, criar acesso a cursos e ampliar os telecentros em espaços de escolas, Céus, bibliotecas, entre outros. Vamos ocupar mais espaços e capacitar cada vez mais quem quer evoluir como cidadão!

O app ‘Canal Cidadão’ foi pensado para que haja uma plataforma dedicada aos serviços municipais que possam ser solicitados via internet, como: tapa buracos, questões sobre coleta do lixo, pedido de vaga na rede escolar, informações sobre transporte público, agendamento de consultas e muito mais. O usuário poderá acompanhar a solicitação e o tempo de atendimento da mesma, assim como fazer sugestões e reclamações a respeito dos serviços prestados. Além disso, haverá a possibilidade de se comentar em votações sobre os Conselhos Municipais, Projetos de Lei e Audiências Públicas.

Muito se fala sobre criação de empregos. Mas pensando na população negra e periférica, especificamente, os desafios são ainda maiores. Antes de tudo, é necessário um esforço de incentivo aos jovens para que, estes, vislumbrem possibilidades mais concretas no mercado de trabalho. Por meio de Feiras Profissionais, estruturadas com stands dentro das escolas da periferia, os alunos poderão ter contato direto com estudantes e profissionais das áreas de preferência, além de cursos e palestras. A ideia é que o aluno da rede pública consiga se nortear quanto ao que se estuda em determinada área, como é esse mercado e qual é a faixa salarial da atividade pretendida. Somente uma experiência real é capaz de mostrar a potência de cada jovem, estimular e tornar viável uma ideia.

Precisamos reforçar a ideia de que cultura não é só entretenimento. Cultura carrega nossa história, muda a sociedade, faz com que as pessoas reflitam a realidade. Cultura também gera renda e trabalho. Mas como fortalecer essa ideia e transformá-la em uma cadeia produtiva? Criando cursos profissionalizantes de Produção Audiovisual, Técnico de Luz e Técnico de Som. Para isso, faremos parcerias com Escolas de Samba e outros centros culturais, a fim de utilizarmos estes espaços, que serão beneficiados com os equipamentos investidos. Uma troca justa, que com certeza vai dar samba!

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MINHAS MÍDIAS

CHEGA JUNTO!

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